Frágil. Desesperado. Perdido. Cansado.
No limiar...
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
(desabafo em forma de questionário)
O que fazer...
... naquelas horas em que o mundo inteiro parece estar prestes a engolir-nos?
... naquelas horas em que ninguém parece compreender o que sentimos (se é que alguém pode compreender)?
... naquelas horas em que nem connosco próprios podemos contar, pois sabemos que acabamos sempre por ser os primeiros a magoar-nos?
... naquelas horas em que apenas imploramos por um fraccionário segundo de silêncio?
O que fazer quando nos sentimos a cair num abismo escuro, sem alguém por perto que nos possa estender a mão e segurar-nos?
O que fazer quando nos sentimos sozinhos e perdidos, e sabemos que assim vamos permancer por tempo indeterminado?
O que fazer?...
O que fazer?...
O que fazer?...
... naquelas horas em que o mundo inteiro parece estar prestes a engolir-nos?
... naquelas horas em que ninguém parece compreender o que sentimos (se é que alguém pode compreender)?
... naquelas horas em que nem connosco próprios podemos contar, pois sabemos que acabamos sempre por ser os primeiros a magoar-nos?
... naquelas horas em que apenas imploramos por um fraccionário segundo de silêncio?
O que fazer quando nos sentimos a cair num abismo escuro, sem alguém por perto que nos possa estender a mão e segurar-nos?
O que fazer quando nos sentimos sozinhos e perdidos, e sabemos que assim vamos permancer por tempo indeterminado?
O que fazer?...
O que fazer?...
O que fazer?...
Fugir
terça-feira, 28 de agosto de 2007
One Last Goodbye
Para Que Não Voltem Mais
Palavras Sobre O Amor

"E o amor... ele disse-me que se não fosse o amor não haveria vida, as pedras não se transformariam em plantas, as plantas não ganhariam espírito para serem animais... era o amor que gerava as metamorfoses, mesmo as mais sombrias, as mais crepusculares...
Ele era o meu primeiro amor. O meu único amor. Mas quantas mulheres amara antes de mim..."
Ana Teresa Pereira
in «A Rainha dos Infernos»
(conto inserido na obra «O Rosto de Deus»)
Um Rasto Lunar
Crepúsculo Sem Nome
Todos os dias há quem acorde em sobressalto...
Não por temer a realidade, antes fosse. Há quem acorde com o medo contínuo duma ilusão que insiste em não se extinguir... Uma ilusão que falsamente consola o corpo, enquanto corrói a alma.
Todos os dias há quem continue a sentir-se perdido... por encontrar.
Ainda assim, há quem sonhe, quando forças tem, com um novo começar...
«Crepúsculo sem nome» foi criado a pensar em todos esses quem's que
cada vez mais caminham sem direcção, sem rumo.
Tal como eles, também assim sinto... um sentimento sem nome, confuso...
Somos partes do mesmo todo...
Não por temer a realidade, antes fosse. Há quem acorde com o medo contínuo duma ilusão que insiste em não se extinguir... Uma ilusão que falsamente consola o corpo, enquanto corrói a alma.
Todos os dias há quem continue a sentir-se perdido... por encontrar.
Ainda assim, há quem sonhe, quando forças tem, com um novo começar...
«Crepúsculo sem nome» foi criado a pensar em todos esses quem's que
cada vez mais caminham sem direcção, sem rumo.
Tal como eles, também assim sinto... um sentimento sem nome, confuso...
Somos partes do mesmo todo...
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